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"O papel ESG nas corporações"


O papel ESG nas corporações
Cidades são responsáveis por cerca de 75% das emissões globais de CO2 na atmosfera e a chave à mudança climática
 
Por Flavio Silva
 


Acreditar no conceito nem sempre significa aplicar o verdadeiro significado dessas importantes letras que, juntas, formam um poderoso desafio a ser trilhado. O ESG, que reúne as políticas de meio-ambiente, responsabilidade social e governança, será cada vez mais cobrado não só das corporações, mas também de todos nós, cidadãos conscientes do seu papel na sociedade.

As cidades são responsáveis por cerca de 75% das emissões globais de CO2 na atmosfera e são a chave para a mudança climática. Ajudar a minimizar esse cenário é uma tarefa coletiva. Por isso, é importante que as corporações reflitam sobre o ciclo de vida dos seus produtos, desde a fabricação à entrega, passando pela utilização e atualizações tecnológicas até uma eventual substituição e descarte, de forma que todo o processo suporte políticas sustentáveis de preservação do meio ambiente no longo prazo.

Soluções como a utilização de energia de fonte renovável em unidades fabris ou sistemas fotovoltaicos em prédios administrativos ou residenciais são opções que contribuem com o ecossistema. A soma de pequenas contribuições faz toda a diferença na busca por produtos mais eficazes e sustentáveis.

Na locomoção de pessoas, a questão dos veículos naturalmente vem à nossa mente. Se o uso é imprescindível para o negócio, pensar em uma frota menos poluente pode ser um caminho. O carro elétrico já é uma realidade nos grandes centros e pode substituir, aos poucos, o uso do combustível fóssil. Em relação ao transporte vertical de pessoas, a implementação de tecnologias mais modernas em elevadores e escadas rolantes, como sistemas regenerativos de energia, também contribui na direção desejada.

São inúmeras as alternativas possíveis de serem aplicadas no contexto ESG, mas, ainda assim, precisamos de pessoas com vontade para fazer acontecer e mudar os caminhos tradicionais!


É preciso ter em mente que a construção dessa realidade é contínua e que muita coisa ainda precisa ser alcançada. Fica um convite para reflexão de um primeiro passo a ser dado por cada um de nós, seguido de outros que, com certeza, serão mais fáceis.


*Flavio Silva é presidente América Latina do Grupo Schindler

 

 

 



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