
Quais foram os principais desafios enfrentados durante o seu primeiro mandato?
Assumimos a presidência da Federação Internacional Imobiliária (FIABCI-BRASIL) com a árdua missão de dar continuidade ao excelente trabalho que vinha sendo executado na Instituição. Somado a isso, veio a pandemia de Covid-19 e seus impactos sociais e econômicos para o Brasil e o mundo. Além do colapso sanitário, enfrentamos uma crise política, que, aliada ao desemprego, inflação e risco de apagão, nos deixou ainda mais apreensivos acerca do futuro a ser construído.
De que forma avalia o desempenho do mercado imobiliário durante esse período de crise?
O setor seguiu firme, resiliente, mostrando a sua capacidade de adaptação em meio a tantas adversidades, sendo responsável pelo aumento substancial de empregos no País. Dados do Caged indicam que, no primeiro trimestre de 2021, o crescimento chegou a 264%, em comparação ao mesmo período do ano passado. No acumulado, foram 111.987 novos postos gerados no setor, contra 42.092 nos três meses iniciais de 2020.
O que os membros e associados da federação podem esperar de seu novo mandato?
Temos como meta implementar o planejamento estratégico que deliberamos após intenso trabalho realizado juntamente com uma auditoria externa. Também ativaremos e expandiremos as regionais da FIABCI, para que possamos levar as mais diversas experiências internacionais a todos os associados. E, ainda, trabalharemos para que, cada vez mais, tenhamos cases de sucesso de todo o Brasil no Prêmio Master Imobiliário. Seguiremos divulgando as novidades e inovações ligadas ao setor, com o objetivo de auxiliar os gestores na condução de projetos que beneficiem a urbanização das cidades, além de manter o propósito de consolidar mundialmente a importância do capítulo brasileiro da federação. Continuaremos, por mais dois anos, ajudando a estimular a recuperação da nossa economia e a fomentar o mercado imobiliário.