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Quem faz o setor – José Romeu Ferraz Neto, presidente da FIABCI-BRASIL, repercute pesquisa realizada pela KPMG Brasil.


Pesquisa da KPMG indica que redução de espaços comerciais é pontual

Presidente da FIABCI-BRASIL, José Romeu Ferraz Neto fala sobre a pesquisa realizada pela KPMG Brasil, que concluiu que a possível redução de espaços comerciais devido à pandemia seria resultado da crise financeira de empresas e não de um plano estruturado de diminuição do espaço físico.

O que motiva as empresas a eventualmente diminuírem seus espaços físicos?

Isso ocorre, em parte, porque a pandemia exige (e seguirá exigindo) das empresas medidas de higiene e segurança para evitar a disseminação do vírus entre seus colaboradores. Assim, as praças de trabalho terão de ser mais espaçadas nas lajes comerciais, respeitando uma distância mínima entre os funcionários, conforme orientam as autoridades de saúde.

O senhor entende que essa será uma tendência concreta?

Negociações de valores e devoluções de espaços inutilizados podem ocorrer, mas são medidas que irão derivar das próprias dificuldades financeiras impostas pela crise que o Brasil e o mundo atravessam. A possível redução de espaços comerciais locados é pontual e está mais relacionada à situação financeira das empresas do que a planos estruturados e permanentes de diminuição do espaço físico.

Quais as perspectivas da KPMG para os setores imobiliários da Europa e das Américas?

Nas Américas, a KPMG ressalta que o setor de escritórios tem sido, historicamente, o mais volátil ao longo dos ciclos de negócios. Assim, apresenta picos significativos e declínios tanto no volume de aluguéis como em valores. Na Europa, no entanto, a baixa liquidez e as negociações antecipadas podem manter a vacância baixa durante o restante da crise, ampliando chances de novas ofertas e oportunidades na fase de recuperação.

 



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