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Mesa-redonda da FIABCI-Brasil e do Secovi-SP prevê crescimento moderado para o mercado imobiliário em 2018

06/12/2017

Mesa-redonda da FIABCI-Brasil e do Secovi-SP prevê crescimento moderado para o mercado imobiliário em 2018

 

A principal conclusão da mesa-redonda promovida pela FIABCI-Brasil no dia 6/12, em parceria com o Secovi-SP, para apontar as perspectivas do mercado imobiliário, é que 2018 deve ser melhor que 2017.
As previsões para o setor são de um crescimento moderado e dependerá da disponibilidade de crédito.
 
A rodada de palestras e debates também avaliou e traçou as perspectivas político-econômicas para o Brasil em 2018, que, por ser um ano eleitoral, poderá gerar dúvidas e novos desafios. 
 
Além das participações de Rodrigo Luna, presidente da FIABCI-Brasil, e de Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, foram três palestrantes que participaram do evento: Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Fernando Honorato Barbosa, economista-chefe e diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Banco Bradesco, e Antonio Carlos Pereira, diretor e editor responsável de Opinião do jornal O Estado de S.Paulo.

 

     

 

A tradicional mesa-redonda promovida anualmente pelas entidades parceiras contou também com a participação de Basilio Jafet (vice-presidente do Secovi-SP e ex-presidente da FIABCI-Brasil), que coordenou os trabalhos.
 
Na avaliação de Rodrigo Luna, o setor imobiliário deve encerrar 2017 com alta de 5% nos lançamentos e de 10% nas vendas, em relação a 2016.
E há chance de um novo ciclo de alta nos preços dos imóveis, já que os estoques estão diminuindo conforme as vendas crescem mais que os lançamentos, segundo as declarações de Luna e Flavio Amary, no evento.
 
 
     
 
 
Os dois dirigentes destacaram que outro fator importante para a retomada do setor imobiliário e da indústria da construção é a busca de soluções urgentes para a questão dos distratos, com mecanismos que possam dar segurança jurídica aos empresários do setor. “É preciso que ocorra ajustes em leis e mudanças que permitam reduzir a burocracia, garantir o respeito aos contratos e oferecer segurança jurídica”, apontou Luna.
 
Segundo os dados da Abecip, a projeção é de alta de 15% no financiamento imobiliário via poupança em 2018, com o crédito para compra de imóveis devendo crescer mais do que o financiamento para construção de unidades. “O total de financiamentos vai depender da política de governo e das decisões do conselho curador do FGTS”, alertou o presidente da entidade, Gilberto de Abreu.
          
 
     
 
 
Com os recursos limitados para 2018, a aposta está em cima das Letras Imobiliárias Garantidas (LIG) - nova letra de crédito que promete oferecer mais segurança e acessibilidade em relação a outras opções de investimento com lastro no setor imobiliário -, porém ainda sem previsão de ser colocada no mercado.
 
 
    
 
 
Com relação às abordagens políticas e econômicas do País, as conclusões foram as de que não há como retomar o crescimento em bases sustentáveis, se persistirem os problemas fiscais de curto prazo e o problema estrutural nas despesas públicas. 
 
 
O consenso é de qu  e a aprovação de algumas reformas já repercute diretamente na dinâmica econômica e tudo indica que o cenário pode ser melhor com a fundamental reforma da Previdência. 
 
 
      
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