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Boletim Conjuntura - 30/07/2013


                                                                   

 

 Boletim Conjuntura Máquina da Notícia:

CENÁRIO MACRO
 
De olho na reunião do Fed, repercutindo injeção de recursos do banco central da China e refletindo a falta de dólares no mercado à vista, a moeda norte-americana fechou hoje cotada a R$ 2,2805 na venda, a maior cotação em quatro anos.
 
A reunião do Fed acontece nesta quarta e dará uma posição mais clara sobre os rumos da política monetária e uma possível redução no programa de estímulo à economia norte-americana. Esse programa tem garantido alta liquidez internacional. Já no cenário doméstico, o mercado verifica que o problema no fluxo de entrada de recursos afeta a precificação da moeda.
 
Mais um índice de inflação mostrou desaceleração neste início de mês: o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, recuou de 0,75% em junho para 0,26%, em julho, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, divulgada hoje.
 
Os ministérios da Fazenda e da Defesa serão os mais afetados pelo corte no orçamento anunciado na semana passada. Os cortes nas despesas das pastas serão de R$ 990 milhões e R$ 919 milhões, respectivamente. Com esse bloqueio, os recursos anuais destes dois Ministérios cairão para R$ 4,12 bilhões e para R$ 17,56 bilhões.
 
POLÍTICA
 
O momento é de distensão. Com isso, o documento final da direção nacional do PT blindou o governo Dilma, retirou as críticas à condução da política econômica e as restrições que faziam aos aliados políticos do governo Dilma Rousseff. A “lipoaspiração” no documento ocorre depois de a presidente ter iniciado uma estratégia de maior aparição pública, dando uma entrevista à Folha de S.Paulo. A agenda do Planalto é que ela mantenha as entrevistas, focando também em veículos e mídias mais populares.
 
A recuperação da imagem da presidente passa por transmitir a percepção de que os problemas são passageiros, reforçar a comparação da gestão do PT com a do governo Fernando Henrique Cardoso e dividir a conta política por demandas não atendidas.
 
O governo também vai concentrar liberação de verbas para grandes centros urbanos, onde ocorreram as principais manifestações populares. A gestão Dilma vai transferir, por exemplo, R$ 1,7 bilhão para a prefeitura de São Paulo investir em mobilidade urbana.
 
MANIFESTAÇÕES
 
Apesar da aparente mudança de atitude do governador do Rio, Sérgio Cabral, a capital continuará convivendo com protestos. Para amanhã, manifestantes estão convocando pela internet um ato com concentração na Cinelândia, que vai passar pelo Ministério Público e seguir até a Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), para pedir que se declare ilegal o decreto do governador que institui a Comissão Especial de Investigação de Atos de Vandalismo. Além de pedir as comissões parlamentares de inquérito (CPI) da Copa, da Delta e dos helicópteros, e que o Ministério Público se posicione mais claramente em relação aos movimentos. Cerca de 3 mil pessoas já confirmaram presença no protesto marcado para as 16h. Integrantes da página do Facebook, entretanto, fizeram um alerta, dizendo que são contra qualquer tipo de saques a lojas ou bancos. Na quinta-feira, mais dois protestos estão convocados. No Centro da cidade, na Candelária, manifestantes pretendem sair em direção à Alerj, para pedir a abertura de uma CPI para investigar o governador. Já na Rocinha, na Zona Sul, novo protesto contra o desaparecimento de um trabalhador, após ser levado por agentes policiais para uma UPP.  Hoje, novas manifestações estão marcadas para daqui a pouco na zona Sul. O protesto está sendo organizado às pressas, pelas redes sociais, em resposta ao pedido de Cabral para que os manifestantes abandonem as vigílias feitas em frente ao seu prédio, no Leblon.

Médicos de ao menos 22 Estados participam de uma mobilização da categoria contra o programa “Mais Médicos” nesta terça (30) e quarta-feira (31), informa o Estadão.com. Houve protestos em vários Estados. No Rio, cerca de 400 profissionais fizeram ato no centro da cidade. No Maranhão, houve concentração de profissionais na Praça Gonçalves Dias. No Ceará, médicos e estudantes realizaram um abraço simbólico no entorno do Hospital Geral de Fortaleza. Em Manaus, também houve ato no centro. Em Curitiba, a concentração ocorreu pela manhã na Praça Rui Barbosa. Em Sergipe, médicos se reuniram com parlamentares na sede do sindicato.

 

 

 



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