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Desenvolvimento imobiliário no Brasil


NEWSLETTER No 30

 

Desenvolvimento imobiliário no Brasil

 

Nos últimos 10 anos, o aumento do número de moradias foi superior ao dobro do crescimento populacional: a quantidade de domicílios particulares aumentou quase 28% enquanto a população brasileira cresceu 12,3%, segundo dados do Censo Demográfico 2010 apresentados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

Segundo pesquisas, quase 87% das moradias do país são casas. Mesmo em São Paulo, as casas ainda são a maioria (83,5%), mas o percentual diminuiu 3% comparado há 10 anos atrás. O número de apartamentos teve aumento de 43% de 2000 para 2010, e mais da metade está localizada na região Sudeste do Brasil.

 

E está cada vez mais comum nas áreas nobres dos grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, imóveis com o valor superior a R$ 1 milhão, mesmo não sendo o orçamento da maioria dos brasileiros visto que os principais critérios de escolha na hora da compra são: a área útil, a planta, o número de vagas oferecidas por apartamento, segurança da região e facilidade de locomoção.  Em São Paulo, por exemplo, foram lançados aproximadamente 2023 imóveis avaliados em mais de R$ 1 milhão em 2012, 59% a mais comparada ao ano anterior, conforme dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

 

De acordo com a pesquisa feita pela Lopes Inteligência de Mercado, abordada também pela revista Época na edição de Abril deste ano, o preço médio do apartamento novo no Brasil é de R$ 316 mil, e dos 168,6 mil apartamentos novos, 18 mil têm 1 dormitório, 92 mil têm 2 dormitórios, 45 mil têm 3 dormitórios, 13,6 mil têm 4 dormitórios ou mais, sendo que o apartamento mais caro lançado em 2011 fica no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, com o preço de R$ 6,4 milhões.

       

            

 

Foram feitas pesquisas em 35 cidades seguindo os seguintes pontos na avaliação: todos os apartamentos avaliados foram lançados em 2011, preço por metro quadrado e preço total do apartamento. Os imóveis de Ipanema no Rio de Janeiro foram classificados os metros quadrados mais caros do Brasil, enquanto os imóveis da região do Parque Ibirapuera em São Paulo foram considerados os imóveis mais caros do Brasil.

 

As cidades com áreas mais valiosas no país levando em consideração o preço mediano do metro quadrado nos lançamentos em 2014 são: Brasília (R$ 10.420), seguido de Florianópolis (R$ 6.720), Santos (R$ 6.390), São Paulo (R$ 6.110), Águas Claras-DF (R$ 5.982), Curitiba (R$ 5.200), Campinas (R$ 5.040), Niterói (R$ 5.020), São Caetano (R$ 4.930), Belo Horizonte (R$ 4.690), Rio de Janeiro (R$ 4.660), Porto Alegre (R$ 4.640), Fortaleza (R$ 4.410), Recife (R$ 4.400) e Barueri (R$ 4.38).

 

Fonte:

Revista Época – nº 725, 9 de abril de 2012

<www.indiceimoveis.com.brimoveis_em_ribeirao_preto=todas_noticias&id=107>

<www.economia.ig.com.br>

<www.noticias.uol.com.br/cotidiano>

<www.ibge.com.br>

 



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